Alto custo de manutenção e dificuldade na gestão de baterias estão entre as principais dores no mercado de empilhadeiras.

Empilhadeiras elétricas a lítio ganham espaço na logística e reduzem custos em até 80%.

De acordo com relatório da SNS Insider, o mercado global de empilhadeiras elétricas deve atingir US$ 152,30 bilhões até 2030, impulsionado por uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 13,1%. Apesar do cenário promissor, o setor logístico enfrenta desafios importantes, como a busca contínua por eficiência operacional e redução de custos.

Segundo Humberto Mello, diretor da Tria Empilhadeiras, empresa especializada em equipamentos para manuseio e transporte de cargas, os principais entraves relatados por clientes são o alto custo de manutenção, o tempo de inatividade das máquinas e a complexidade na gestão de baterias. Diante disso, ele aponta que a migração para empilhadeiras elétricas com baterias de lítio tem se mostrado uma solução eficaz.

“A substituição de empilhadeiras a combustão por modelos elétricos representa uma economia de até 80% nos custos de recarga, além de reduzir drasticamente a necessidade de manutenção. O uso de energia elétrica em vez de combustíveis fósseis também elimina emissões de poluentes, contribuindo para a sustentabilidade das operações”, afirma o executivo.

Outro ponto crítico nas empilhadeiras tradicionais, segundo Humberto, é o elevado tempo de inatividade causado por falhas mecânicas. As empilhadeiras elétricas a lítio minimizam esse problema por terem menos componentes sujeitos ao desgaste, reduzindo as paradas para manutenção e promovendo um fluxo operacional mais contínuo e eficiente.

No que diz respeito à gestão, Mello destaca os obstáculos enfrentados por empresas que utilizam baterias de chumbo-ácido, que demandam trocas frequentes e manutenção constante. Já os modelos com baterias de lítio oferecem gestão simplificada, maior autonomia e menor intervenção técnica.

Além das vantagens econômicas e operacionais, o diretor também chama atenção para a melhoria na ergonomia e conforto dos operadores, proporcionada por modelos mais modernos, com tecnologia embarcada, controles intuitivos e operação silenciosa.

“Com vida útil até 30% maior do que as empilhadeiras tradicionais e zero emissões de poluentes, os modelos a lítio se consolidam como a melhor alternativa para empresas que buscam eficiência, economia e responsabilidade ambiental. A logística está em constante transformação — investir em tecnologia é essencial para se manter competitivo”, conclui Humberto.

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